sexta-feira, 20 de julho de 2007

Estância do Ticiano

Casarão do italiano Ticiano, na praia da Piriquara, em Paracuru, Ceará. Não encontrei referência à formação da palavra com a grafia usada. Por certo o topônimo, de origem nitidamente indígena, é corruptela de piraquara (pescaria, pescador em tupi) ou piraguara (cipó medicinal nativo da floresta atlântica).

VERDE QUE... VERDE



Ana Paula Costa também assume o lado Luz do Sol e se envolve com o verde da ecologia cultural

MANACÁ

Débora e Ariadyne Luz no reencontro semestral entre Brasília e Paracuru

PROTEÇÃO DA NATUREZA



Enquanto a Ariadyne e a Débora se enquadram em pose no mangue, com os devidos cuidados, por conhecerem bem o ambiente, o Ian, que nem um aratu, já está encarapitado no galho da saraíba, cuja madeira é lisa e escorregadia. O aratu ocorre nos mangues, porém não mora em buracos, preferindo viver em arbustos. Tem duas pinças e oito patas. Já menino impulsivo, danado e irrequieto a gente acha pra onde se vira, só que aí, molhado, com duas mãos e dois pés sujos de lama

segunda-feira, 9 de julho de 2007

SIMBIOSE...

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...NO MANGUE


Ser em forma de pássaro
com cabeça de mulher,
que atraía os navegantes
para os baixios do mar
com a maviosidade do seu canto,
é a sereia da mitologia grega.

Metade mulher,
metade peixe é a da mitologia nórdica.

A sereia do mar também é Iemanjá.
Nos rios e lagos,
mãe-d’água, iara, uiara.

Uma presença feminina
em pesquisas da fenomenologia biótica
gerou, na espontaneidade do povo das águas,
a visão menos surrealista de sereia:
Nem metade pássaro nem metade peixe.

Ou, possivelmente, pelo dizer do Aurélio,
mulher sedutora.
Nos corredores de saraíbas
Dos mangues da costa oeste do Ceará,
a corporificação simbiótica
das formas
real e fantástica

domingo, 8 de julho de 2007

A LENDA PERSONIFICADA


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FANTASIA



Há emoções que se entranham.

São chamas ardentes,
são fogueiras, são labaredas
que se projetam no imaginário
e movem montanhas,
suportam o calvário.

Há viveres que se estranham.

Reacendida a alma abúlica
No horizonte da compartilha
Na fronteira da fantasia,
No esvair da chama branda
Qual fogos-fátuos do Tempo.

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DOCES CORAÇÕES DE ÁGUA















Os corações das dunas são de águas doces, como doces e brejeiros são os magotes de nativas que ainda aí se contemplam em banhos ao sol e sal, vez por outra, nuas como a Natureza preservada, sem artifícios de modas nem modismos
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