sábado, 29 de dezembro de 2007

F i a t L u x !

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Coisas de Criança

-- Tio Luz, já 'tou cansada de brincar com essas madeirinhas. Me dá logo aí a chave desse carro pra eu ir dirigindo, que 'tou com muita pressa pra chegar lá na casa da minha vó'.
É assim essa danada de 4 anos, que se chama Ihallys Kelle. Está tudo bem com ela. Quando perde o pouco de inibição com a proximidade maior de alguém, se solta duma vez. Criança deve viver seu tempo de criança mesmo!

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

cisca...dor...

Coco, coca, ciscos, cacos e 'cascos' de natureza (des) humana em imprevisíveis cenários de descarte sem bom senso. (Digifoto by Ariadyne Luz.)
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sábado, 25 de agosto de 2007

Marisita e Dario

Minha prima Marisita, dos Sombras de Maranguape, e o seu Dario. Nunca mais andei por lá, nem pelo Cascatinha. Mas de repente os encontro no espaço virtual do Orkut, através da sua filha Sandrinha, quando espiava a serra com os olhos da Saudade.

quarta-feira, 15 de agosto de 2007

Uma parada!

IURI

Que nem saúna

Ian e João

Mundo Oculto






A construção do saber e da compreensão do edifício da Vida começa pelo manejo das formas geométricas, prossegue na interpretação e vivência das suas simbologias místicas para transformar-se no terreno da ambivalência da metafísica. O Iuri se constrói. (M.A.)

A volta da volta


Os povos das metrópoles se mesmificam com peças dos seus admiráveis progressos, confortos e comodidades que de segundo a segundo são reciclados como obsoletismo. Devagar, como caminheiros instintivos que seguem os comandos das energias dos seus corpos e das suas almas, apressam-se em milhas para refugiar-se no sossego dos largos e acolhedores horizontes de que lá não mais se desfruta com paredões habitados, dores e odores da violência e convivência urbanos. De vagar se vai ao longe. Devagar se vai ao longe...

O Sol de lá é o Sol de cá

A duna se projeta na retomada do seu espaço natural

No mesmo barco, no mesmo mar; na maré mansa, na preamar

quinta-feira, 2 de agosto de 2007

É O BICHO!















O grauçá não é crustáceo de ataque temido como o do caranguejo, siri, pata-grossa. É mais de safar-se. Porém ensaia sua defesa em perigo iminente.
A coincidência desta inusitada e rara troca de olhares é que o buraco do grauçá estava defronte ao local de descanso do cachorro.Se ficarem, os bichos se olham. Se se mexerem, vão se atracar...

NO BALANÇO DAS ÁGUAS




Vogar em caiaque é excelente exercício para o corpo e a mente, além de esporte de confraternização múltipla, pois converge para regatas, excursões, pescarias, pesquisas etc. Sob o sol, enfrentando o encontro das águas de rio e mar, a turma da gente dá um giro na barra do rio Curu, onde a correnteza, na preamar, enseja acesso e visão privilegiada do mangue

sexta-feira, 20 de julho de 2007

Estância do Ticiano

Casarão do italiano Ticiano, na praia da Piriquara, em Paracuru, Ceará. Não encontrei referência à formação da palavra com a grafia usada. Por certo o topônimo, de origem nitidamente indígena, é corruptela de piraquara (pescaria, pescador em tupi) ou piraguara (cipó medicinal nativo da floresta atlântica).

VERDE QUE... VERDE



Ana Paula Costa também assume o lado Luz do Sol e se envolve com o verde da ecologia cultural

MANACÁ

Débora e Ariadyne Luz no reencontro semestral entre Brasília e Paracuru

PROTEÇÃO DA NATUREZA



Enquanto a Ariadyne e a Débora se enquadram em pose no mangue, com os devidos cuidados, por conhecerem bem o ambiente, o Ian, que nem um aratu, já está encarapitado no galho da saraíba, cuja madeira é lisa e escorregadia. O aratu ocorre nos mangues, porém não mora em buracos, preferindo viver em arbustos. Tem duas pinças e oito patas. Já menino impulsivo, danado e irrequieto a gente acha pra onde se vira, só que aí, molhado, com duas mãos e dois pés sujos de lama

segunda-feira, 9 de julho de 2007

SIMBIOSE...

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...NO MANGUE


Ser em forma de pássaro
com cabeça de mulher,
que atraía os navegantes
para os baixios do mar
com a maviosidade do seu canto,
é a sereia da mitologia grega.

Metade mulher,
metade peixe é a da mitologia nórdica.

A sereia do mar também é Iemanjá.
Nos rios e lagos,
mãe-d’água, iara, uiara.

Uma presença feminina
em pesquisas da fenomenologia biótica
gerou, na espontaneidade do povo das águas,
a visão menos surrealista de sereia:
Nem metade pássaro nem metade peixe.

Ou, possivelmente, pelo dizer do Aurélio,
mulher sedutora.
Nos corredores de saraíbas
Dos mangues da costa oeste do Ceará,
a corporificação simbiótica
das formas
real e fantástica

domingo, 8 de julho de 2007

A LENDA PERSONIFICADA


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FANTASIA



Há emoções que se entranham.

São chamas ardentes,
são fogueiras, são labaredas
que se projetam no imaginário
e movem montanhas,
suportam o calvário.

Há viveres que se estranham.

Reacendida a alma abúlica
No horizonte da compartilha
Na fronteira da fantasia,
No esvair da chama branda
Qual fogos-fátuos do Tempo.

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DOCES CORAÇÕES DE ÁGUA















Os corações das dunas são de águas doces, como doces e brejeiros são os magotes de nativas que ainda aí se contemplam em banhos ao sol e sal, vez por outra, nuas como a Natureza preservada, sem artifícios de modas nem modismos
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