Os povos das metrópoles se mesmificam com peças dos seus admiráveis progressos, confortos e comodidades que de segundo a segundo são reciclados como obsoletismo. Devagar, como caminheiros instintivos que seguem os comandos das energias dos seus corpos e das suas almas, apressam-se em milhas para refugiar-se no sossego dos largos e acolhedores horizontes de que lá não mais se desfruta com paredões habitados, dores e odores da violência e convivência urbanos. De vagar se vai ao longe. Devagar se vai ao longe...
quarta-feira, 15 de agosto de 2007
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